sábado, 28 de agosto de 2010

Yoga do riso ajuda a relaxar e a socializar

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O riso não é apenas sinônimo de felicidade e bom-humor. Dar boas gargalhadas pode proporcionar benefícios ao corpo e à mente, além de estimular a interação entre as pessoas. Praticada em mais de 60 países, a Yoga do Riso é uma atividade capaz de transformar a emoção de sorrir em uma técnica relaxante.

Criada pelo médico indiano Madan Kataria, ela é desenvolvida através de exercícios de respiração, de alongamento e de meditação. As aulas são voltadas a todos os públicos, desde crianças até idosos. O trabalho realizado durante as sessões pode variar de acordo com o grupo de alunos.

— Nas aulas voltadas a idosos, procuro fazer exercícios onde as pessoas permaneçam, a maior parte do tempo, sentadas. Exercícios com pulos e com mais movimentos são pouco utilizados, pois exigem um maior preparo — explica a líder de yoga do riso Caroline Mello.

Segundo ela, as crianças são muito mais receptivas: contar historinhas e fazer brincadeiras são componentes que auxiliam na hora de praticar o riso. Como forma de estimular o desempenho profissional e aumentar a sociabilidade, a modalidade também pode ser realizada em empresas.

Apesar de ser uma técnica estimulante, a atividade ainda encontra resistência por parte de muitos adultos. Conforme explicou Caroline, cada pessoa reage de uma forma e se adapta às suas limitações. Existem aqueles que praticam a atividade, mas no dia a dia são pouco estimulados a sorrir, o que causa uma certa inibição durante os exercícios.

Já outros contagiam os demais participantes com risadas espontâneas, tornando ainda mais leve o ambiente de meditação. Inspirados no mantra “finja, finja, até que atinja”, os alunos purificam a mente através do riso, liberando todas as impurezas responsáveis pelo mau-humor.

Ao som de músicas que ajudam a relaxar, a líder propõe a realização de exercícios lúdicos, resgatando os diferentes tipos de risada.

— A sensação é gratificante. Os exercícios te trazem uma leveza, e a interação entre os alunos é instantânea. No final da aula, parecia que conhecia as pessoas há muito tempo — conta Heraldo Gomes, ao participar pela primeira vez da atividade.

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